Sinopse: Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltam contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas. Primo Branford é hoje o Rei de Arzallum, e por 20 anos saboreia, satisfeito, a Paz. Nos últimos anos, entretanto, coisas estranhas começam a acontecer... Uma menina vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado com magia negra. Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e esquecido, retorna dos mares com um obscuro e ainda pior sucessor. E duas sociedades criminosas entram em guerra, dando início a uma intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família real. E mudará o mundo.
Como você já deve ter lido em algum post aqui do blog, virei fã do autor Raphael Draccon após ler o livro Espíritos de Gelo do mesmo. Não só por ser brasileiro, mas por ter um estilo de narração ímpar e muito simples, conectando-nos diretamente aos personagens e à narrativa dos seus livros.
O livro revela-se uma legítima mistura de contos de fandas infantis que foram reinventados pelo autor (e muito bem, por sinal) e narrados em um ponto de vista um pouco mais adulto, deixando de lado aquela inocência exagerada que está presente no imaginário das crianças. Afinal, nem todos os contos de fadas têm finais felizes, certo?
O livro revela-se uma legítima mistura de contos de fandas infantis que foram reinventados pelo autor (e muito bem, por sinal) e narrados em um ponto de vista um pouco mais adulto, deixando de lado aquela inocência exagerada que está presente no imaginário das crianças. Afinal, nem todos os contos de fadas têm finais felizes, certo?