Sinopse: Inglaterra, 1583: o país enfrenta um período conturbado, marcado por conspirações para derrubar a rainha Elizabeth, que é protestante. Muitos de seus súditos estão insatisfeitos com o governo e anseiam pelo retorno do país à religião católica. Em meio a esse clima de conflitos religiosos, o monge italiano Giordano Bruno chega a Londres, tentando escapar da Inquisição, que o acusou de heresia por sua crença num Universo heliocêntrico. Logo é recrutado pelo chefe do serviço de espionagem real e enviado a Oxford. Oficialmente, ele vai participar de um debate sobre as teorias de Copérnico, mas, em sigilo, deve se infiltrar na rede clandestina dos católicos e descobrir o que puder sobre um complô para derrubar a rainha. No entanto, quando um dos membros mais antigos de Oxford é brutalmente assassinado, a missão secreta do filósofo é desviada de seu curso. Envolvido em uma rede de intrigas e traição, ele percebe que às vezes nem mesmo os mais sábios conseguem discernir a verdade da heresia. Alguns, no entanto, estão dispostos a matar para defender suas crenças.
Para começar, preciso dizer que enrolei muito para fazer essa resenha. Li o livro há mais ou menos umas duas semanas e, seja por falta de tempo ou de vontade mesmo, acabei não resenhando e postando quase nada desde então. Mas aqui estou eu novamente para contar a vocês o que achei desse romance histórico que eu li.
O livro nos apresenta Giordano Bruno, monge italiano acusado de heresia por ler alguns livros proibidos pela igreja e acreditar na teoria de que os planetas giram em torno do Sol (teoria essa que era considerada impossível naquela época e que, como pudemos ver com o desenvolvimento da astronomia, não estava tão errada assim). O italiano, não querendo ser queimado em uma fogueira, resolve fugir e perambular um pouco pela Europa.
O livro nos apresenta Giordano Bruno, monge italiano acusado de heresia por ler alguns livros proibidos pela igreja e acreditar na teoria de que os planetas giram em torno do Sol (teoria essa que era considerada impossível naquela época e que, como pudemos ver com o desenvolvimento da astronomia, não estava tão errada assim). O italiano, não querendo ser queimado em uma fogueira, resolve fugir e perambular um pouco pela Europa.

